Contar Lendas Para Seu Filho, Além de Ser um Ato de Amor, é uma Atitude Cultural

 Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, sou autora dos livros, Lendas Curitibanas 1 e Lendas Curitibanas 2, e sempre respondo dúvidas de mães sobre Educação.

Agora, as férias escolares estão chegando e muitas mães me perguntam:

- Conhece alguma atividade que eu possa fazer com meu filho que não use o celular?

- Sabe de algo que eu possa realizar com os pequenos, nas férias, quando chove e que não use a tecnologia?

Minha resposta abaixo:

- Sim!

Você pode contar lendas para suas crianças!

Basta se lembrar dos causos que as mulheres da sua família contavam quando você era criança. Mas se a sua pessoa não lembra, pode contar com a ajuda da Internet. Basta entrar em um buscador e digitar a palavra: lendas.

Afinal contar causos populares para os pequenos, além de ser um ato de amor, é uma atitude cultural.

As lendas se dividem em duas categorias: folclóricas e urbanas:

1 – Folclóricas: são os causos que existem há séculos na nossa sociedade e passados de pais para filhos, que normalmente acontecem em ambientes rurais. Exemplos: Saci Pererê, Lobisomem, Boitatá, Curupira, Cuca e Mula Sem Cabeça.

2 – Urbanas: são lendas consideradas atuais, acontecem em ambientes urbanos e muitas vezes surgem de boca em boca ou através da Internet. Exemplos: Loira Fantasma, Mulher da Jaqueta Preta, Loira da Internet, Gangue da Capa Preta, Gato Bóris, Gato Kiko e Mula Bela Vista.

Benefícios das Lendas:

1-   Desenvolvem a imaginação;

2-   Estimulam a criatividade;

3-   Geram curiosidade;

4-   Trabalham a memória;

5-   Honram os antepassados;

6-   Espalham a Cultura e

7-   Criam uma ligação entre mãe e filho.

Na minha infância, aos 5 anos de idade, não gostava quando narravam histórias infantis, como: Cinderella, Branca de Neve e Rapunzel, pois elas sempre casavam com príncipes no final. Então eu me perguntava:

- Por que contos de princesas sempre têm os mesmos finais?

- Por que elas se casam com príncipes, se não estamos numa Monarquia?

- Por que nos contos não podem existir mulheres comuns e homens como pedreiros, jardineiros, médicos ou advogados?

Assim, eu preferia quando as mulheres da minha família contavam lendas como: A Noiva do Belvedere, A Loira Fantasma, Maria Bueno, Corina Portugal e Carolina da Capa Preta. Pois elas pareciam muito mais humanas do que as princesas.

Bem, cresci e na minha juventude, no final dos anos 90, fui trabalhar no comércio, de Curitiba, como vendedora e auxiliar de crediário. Então sempre quando podia conversar com uma cliente, eu perguntava:

- A senhora conhece alguma lenda?

- A origem do seu bairro tem alguma história especial?

- No seu bairro há algum causo de fantasma?

Dessa maneira fui anotando tudo.

Em 2001, precisei fazer curso de Informática Básica porque o mercado de trabalho exigiu. Lá a professora descobriu que eu pesquisava lendas e sugeriu que eu colocasse os contos num blog. Assim postei tudo no site, Usina de Letras, que na época era gratuito. Depois veio a rede social, Orkut, e passei a postar lá. Mas o Orkut acabou e passei a escrever no Facebook. Lá o jornalista, Hélio Puglielli, sugeriu para que eu mandasse os textos para o editor, Antony Leahy, da editora, Instituto Memória. Eu acatei a sugestão e em 2013 surgiu o livro, Lendas Curitibanas 1 e em 2019 surgiu a obra, Lendas Curitibanas 2.

O problema é que a editora não renovou o contrato comigo. Então se você deseja que o meu livro, com lendas, seja publicado novamente, peço que escreva ou ligue para a editora:

Telefone:

 (41) 3016-9042

Site:

http://www.institutomemoria.com.br/

Whats:

(41)98714-7883

Também tenho um vídeo no Youtube onde ensino criança a escrever lendas:

https://www.youtube.com/watch?v=zUvRekPD6g0

 

Então, quer fazer uma atividade diferente com seus filhos?

Conte lendas para eles!

Luciana do Rocio Mallon

Meu Instagram:

https://www.instagram.com/lucianamallon/

 

 


 

 


 

 

 

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