Boa tarde, lindezas ! Como vão ?

Hoje resolvi falar com vocês sobre saúde da mulher, um assunto que sempre deixamos de lado enquanto estamos solteiras, e só passamos a nos preocupar quando estamos noivas ou após o casamento. Afinal, usar ou não usar a pílula anticoncepcional?


Sabemos que a pílula anticoncepcional é a queridinha do chamado empoderamento feminino, mas também tem sido apontada como causadora de danos a nossa saúde física e, muitas vezes, até emocional, já que a grande maioria das pílulas têm efeitos colaterais que abrangem desde dor nos seios, e surgimento de trombose, até a aumento do apetite, compulsão por alimentos, enxaqueca e ansiedade.

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Mas calma, não estou aqui para crucificar a pílula, de forma alguma. O objetivo desse post é poder informá-las dos benefícios e malefícios da pílula anticoncepcional e fazer com que a partir disso, você faça a sua escolha. Agora, veremos abaixo algumas informações que farão vocês pensarem e repensarem um pouco sobre o uso prolongado da pílula anticoncepcional.

1 - Usamos hormônios artificiais diariamente, porém somente somos férteis em média 5 dias por ciclo

Pense comigo, o uso da pílula anticoncepcional nos foi passado como um "milagre" da medicina moderna que pode prevenir uma gravidez indesejada de forma fácil e prática. Mas, então por que escolhemos esse método contraceptivo no qual precisamos ingerir uma dose de hormônios diariamente para prevenir uma possível gravidez, se a média de dias férteis que temos durante o mês, são apenas 5 dias? Concorda comigo que existem outros métodos contraceptivos com bem menos efeitos colaterais à nossa saúde?

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Uma opção é sempre atrelar o método da tabelinha e conhecer também os dias que você está fértil. Para isso você pode acessar a calculadora do período fértil clicando abaixo.

Veja mais | Calculadora do período fértil |

2 - A mulher não deve ser a única responsável por sua fertilidade

A prevenção de uma gravidez indesejada não é única e exclusivamente responsabilidade da mulher, afinal a relação sexual precisa de duas pessoas para acontecer e ambas devem ter a responsabilidade de usar algum tipo de contraceptivo. Isto inclui o homem de ter responsabilidade também e não apenas a mulher, ou seja, o casal é responsável por sua fertilidade.

3 - O uso contínuo da pílula anticoncepcional diminui a libido das mulheres

Ao tomar qualquer tipo de anticoncepcional hormonal, como o anel, adesivo, implante ou injeção sua libido pode ficar alterada. Mas como? Esses métodos diminuem os níveis de testosterona, um hormônio importante para o desejo sexual. Viu como esse uso contínuo de hormônios podem impactar negativamente na nossa qualidade de vida?



Se você quer saber mais sobre os novos métodos contraceptivos hormonais, como o adesivo e o implante hormonal, veja as vantagens de desvantagens de cada um clicando abaixo.

Veja também | Métodos contraceptivos hormonais novos - vantagens e desvantagens |
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4 - Mulheres que estiveram entre 30 e 35 anos não devem escolher a pílula como método contraceptivo

Estudos já apontam que as pílulas anticoncepcionais não são recomendados para mulheres com mais de 35 anos de idade que fumam ou que tenham caso de derrame/AVC/trombose na família, pois o risco de desenvolver essas doenças cardiovasculares pode aumentar.

Em resumo, quis alertar sobre os benefícios de não usar a pílula, porém já sabemos que ela continua sendo a queridinha das mulheres, pelo fato da praticidade e rapidez no resultado esperado. Mesmo assim, gostaria que vocês refletissem sobre tudo que falei e repensarem se mesmo com tantos efeitos colaterais, físicos e emocionais, que podemos desenvolver fazendo dela um uso continuo, será que vale a pena mesmo?

Aproveito que estamos falando sobre as pílulas anticoncepcionais e, consequentemente, sobre gravidez indesejada, e trago para vocês informações sobre o movimento "A vida é feita de escolhas"  (www.avidaefeitadeescolhas.com.br). A ideia central do movimento é trabalhar para que gravidez na adolescência seja fruto de uma escolha e não um “acidente”. As informações sobre comportamento, saúde e educação sexual estão tendo o respaldo de especialistas, como ginecologistas, sexólogos e educadores, tanto no site, como redes sociais e escolas.



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